Análises

Análise: Rifter

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Rápido, implacável e alucinante, são só alguns dos adjetivos de Rifter, um jogo que promete grandes doses de velocidade frenética, ao som de uma excelente banda sonora.

Somos um “rifter” e é-nos dada a missão de destruirmos umas torres num certo planeta. A razão? Não sabemos porquê. Mais tarde, somos confrontados como essa pergunta e, naquele momento, ainda não temos resposta. O resto da história fica para quando jogarem.

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Rifter é um jogo de plataformas, com físicas à mistura e uma jogabilidade que requer bastante precisão no momento, para superar muitos dos obstáculos. É muito importante manter o impulso e a alta velocidade, para uma trajetória mais suave e fácil de se executar. Explicando melhor, nós andamos aos saltos por entre caminhos, muitas vezes exíguos, onde temos de nos agarrar a certos pontos com um género de “chicote”, muito ao estilo de Indiana Jones, quem sabe, um pouco à moda do Homem-Aranha.

Para nos atrapalhar na correria, teremos lasers ou paredes com eletricidade, entre outros tipos de obstáculos. Quanto a inimigos, existem vários e cada um deles requer uma estratégia diferente, de modo a serem derrotados. No entanto, é possível passar a zona sem ter contacto com alguns deles, sendo permitido, inclusivamente, passar a área, ignorando-os, completamente lado a lado. Convém é não ser atingido pelas suas munições, de modo a não prejudicar o nosso ritmo e balanço.

Os bosses também são um obstáculo presente e existem em cada uma das torres. Vão ficando cada vez mais difíceis e a forma de os derrotar também varia. Vão sendo introduzindo novas técnicas de jogabilidade com o tempo, as quais serão extremamente necessárias para conseguir superá-los.

É possível jogar com o teclado e rato ou comando. Dentro de cada uma destas opções, existem ainda duas hipóteses de configuração. Acabei por usar o comando, pois estou mais habituado. Os controlos respondem de forma perfeita e é fácil de começar a jogar.

São três os mundos que temos para explorar, cada um deles com as suas características visuais e algumas diferenças em termos de jogabilidade. Cada vez que mudamos de mundo, são adicionados pequenos detalhes e ensinados novos “truques”. Estes são necessários para ultrapassar novos e diferentes obstáculos que existem nestas novas terras. Cada um dos mundos tem quatro torres para serem destruídas, e para chegar a cada uma delas, terão de passar cinco setores.

Como já tinha referido, cada torre contém um boss. Se sentirem dificuldades em superá-los, podem sempre voltar atrás e tentar apanhar mais colecionáveis, com o objetivo de  efetuar melhorias. Existem diversos colecionáveis para apanhar, os quais podem ser utilizados posteriormente para adquirir melhoramentos, divididos por três categorias diferentes.

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Algo que gostei bastante foi o de, em certas zonas, ser possível observar os obstáculos que se seguem e como o jogo sugere que as façamos. É uma boa maneira para ajudar a perceber os movimentos e trajetórias necessárias para chegar à plataforma seguinte.

Rifter consiste num autêntico festim visual, reproduzindo tonalidades muito ao estilo dos anos 80, com neons e cores características a rechear tudo o que é pixel. No que toca ao áudio, temos uma excelente banda sonora focada no género Synthwave, igualmente muito ao estilo da década de 80, um tipo de música que aprecio cada vez mais. Encaixa de forma perfeita na temática do jogo e no tipo de jogabilidade.

Em jeito de conclusão, este é um jogo com um conceito bastante simples, mas que pode facilmente proporcionar muitas horas de divertimento. O prazer de conseguir manter o nosso movimento fluido e a alta velocidade, é uma sensação bastante satisfatória e que nos faz continuar a jogar e recomeçar as zonas de novo para poder fazer melhor tempo e pontuação. Se são fãs de jogos de plataformas com jogabilidade frenética e acompanhados com uma boa música, então têm que experimentar Rifter.

muito bom

Data de Lançamento: 12 de Julho de 2018
Produtora: IMakeGames
Editora: IMakeGames
Género: Ação, Plataformas
Disponível para: PC

Foi disponibilizada uma cópia do jogo para análise por parte da Produtora/Editora.

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2 comentários

  1. Parece ser justamente o tipo de jogo que eu gosto: frenético, com visual marcante e trilha sonora de gêneros que aprecio. No futuro com certeza vou dar uma chance ao jogo, uma pena ele ter sido lançado em um momento cheio de outros jogos que eu queria experimentar, haha

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    1. Vale bastante a pena pelo seu preço. Realmente estão a sair cada vez mais bons jogos, e variados, todo o ano. É certo que Outubro e Novembro são meses mais movimentados, mas no geral, o resto do ano está cada vez mais composto de lançamentos e muitos deles bem bons. Fica cada vez mais difícil ter tempo para jogar tudo. eheh xD

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