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Porque nunca é demais elogiar Wolfenstein II The New Colossus

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Wolfentein II: The New Colussus é soberbo. Juntem uma boa história com personagens peculiares e alucinados. Nesse recipiente já com os ingredientes anteriores, adicionem um combate frenético e uma explosiva mecânica de tiro, acompanhados por uma estrondosa banda sonora. Agora imaginem isto tudo num centrifugador durante 10 minutos na máxima velocidade. Ya! Não há nazi que resista…

Levei tempo. Muito tempo. Tempo demais… mas finalmente joguei este tão aclamado jogo. Agora posso dizer que todas as suas notas e elogios são genuínos. Não é “gato por lebre” como certos títulos, onde o nome continua a ser a boia de salvação em alto mar. Wolfenstein II é genuinamente muito bom e aconselho vivamente a todos os fãs do género.

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As atuações da grande parte dos personagens estão fenomenais e o carisma de alguns deles é notório. A evolução dos mesmos também atingiu o clímax neste último título e, olhando para traz, foi uma longa e épica viagem nestes últimos anos.

Os níveis são visualmente diversificados, oferecendo sempre uma jogabilidade fresca e intensa. Acho que a vertente musical acaba por ter um papel extremamente fulcral, tanto em cutscenes, como em plena ação – uma boa rockalhada quando em combate ou mais relaxada quando os momentos assim o exigem.

Há quem diga que não aprecia estes jogos por inventar um pouco mais e juntar à receita verídica, um pouco de temática robótica e elementos futurísticos. É certo que existem alguns elementos over the top, mas se não fosse assim, será que o jogo teria o mesmo impacto? Provavelmente não.

 

 

E agora…

Atenção! Spoils! Façam soar o alarme! (Alguém carrega no famoso botão vermelho…)

Ok, alarme ativado. (Agora esperamos…)

 

Passados cinco segundos…. (narrado com voz sussurrante e arrepiante)

Ok, alarme desligado. Podemos continuar.

 

Algo que gostei bastante no jogo foi a nossa base e o quão espaçosa é, oferecendo uma exploração decente pelos quatro cantos do navio. Se é que um navio tem cantos…

Podemos explorar as mais diferentes zonas, desde locais de convívio, passando pelos dormitórios, oficina e laboratório, zona de briefing das missões, entre muitos outros. Apesar de ter gostado da maneira como tudo estava ao nosso dispor para investigarmos cada canto, foi algo que confesso não ter aproveitado ao máximo. Não porque achasse aborrecido, mas sim porque estava completamente endrominado positivamente pela excelente campanha e queria era continuar.

Ainda em modo spoil… (a mesma narração num formato sussurrante e arrepiante)

Algo que me surpreendeu foi o de ter terminado o jogo, mas este não ter propriamente… terminado. Bom, isto é algo que acontece maioritariamente em jogos de mundo aberto, o que não é o caso de Wolfenstein. Logo após a missão final, existem diversas missões secundárias que aparecem para vos oferecer mais algumas horas de jogo. Confesso que não testei a maioria dos npc’s antes da missão final, mas um deles reparei que estava a oferecer a mesma missão tal e qual a primeira vez que tinha falado com ele. Isto pode significar que estas missões já estavam disponíveis antes da missão final, mas seja como for, é a forma como o jogo as disponibiliza e o seu contexto, que me deixaram surpreendido.

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Bom, o que quero dizer é que é uma implementação interessante num jogo focado numa narrativa, onde a maioria dos níveis são lineares. Por norma, uma vez eliminado o vilão principal, as coisas tendem para ter um fim, mas aqui não e gostei bastante disso. Os próprios diálogos refletem os eventos finais do jogo, dando uma sensação de progresso onde existe mais vida para além daquele momento final e que tanto gosto deu a executá-lo…

Em suma, Wolfenstein II é tão bom quando a crítica o declarou e estamos a falar de um jogo single-player, os tais que de há uns anos para cá, algumas entidade dão como praticamente mortos. Ok, talvez não seja onde está o dinheiro, mas God of War vendeu 10 milhões num espaço de um ano… numa única plataforma…

Podia continuar a mencionar outros nomes bem sucedidos nos últimos 2 ou 3 anos, mas não é para isso que estou aqui. Talvez num outro artigo a ser escrito noutro momento de pouca inspiração.

Bom, agora resta esperar por Wolfenstein: Youngblood, o qual tem a sua fasquia bem alta neste momento. Seja como for, acho que as filhas de Blazkowicz vão dar conta do recado. Marquem nos vossos calendários – 26 de Julho de 2019.

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