Antevisões

The Blind Prophet – Impressões da segunda demo

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Assim que os meus olhos se cruzaram pela primeira vez com The Blind Prophet, foi impossível ficar indiferente perante tal produto. O seu visual adulto e cheio de estilo, colorido com umas tonalidades muito neons e sombrias, rapidamente me conquistaram.

The Blind Prophet teve um kickstarter muito bem sucedido e irá chegar ao mercado para PC a 10 de Dezembro deste ano. Para consolas e mobile, o jogo só sairá um pouco mais tarde. A história ronda em torno de um apóstolo chamado Bartholomeus, o qual vem até à cidade de Rotbork para impedir que as forças do mal (demónios?) espalhem o pânico. Obviamente que isto é muito por alto, pois a demo também não ajuda a desvendar muito mais. A premissa não parece muito interessante, mas o desenrolar da história conseguiu-me deixar cativo.

O jogo é um point and click com base em puzzles e diálogos. Percorremos vários cenários da cidade, seja no exterior ou interior de estabelecimentos e, de forma a podermos prosseguir com a história, teremos de resolver alguns puzzles. Estes não são muito complicados, mas se forem algo distraídos como eu neste tipo de jogos, é possível que possam levar mais algum tempo a questionar.se “como raio resolvo isto?”

O jogo tem uma mecânica que permite ver os pontos no cenário com os quais podemos interagir, mas não passa disso. Em cada um dos pontos, existem sempre quatro opções de interação onde, na maioria dos casos, apenas uma delas funciona. Por vezes, é obrigatório juntar dois objetos num só, mas o jogo dá dicas sobre esse momento. Existem alguns puzzles interessados e que consistem em descobrir códigos para abrir portas, ou até mesmo mecanismos que precisam ser desativados numa determinada ordem. Estes últimos são acessíveis e requerem um timing preciso na sua execução.

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Para quem costuma jogar este tipo de jogos, já sabe que andamos sempre para trás e para a frente nos cenários, pois assim é exigido pelo jogo. O caminho nunca é somente em frente, tendo muitas vezes que se regressar a locais anteriores para continuar a resolver situações, de forma a prosseguir na narrativa.

Os diálogos são todos feitos com caixas de texto e as vozes são poucas. Adoro os visuais do jogo e os vídeos são apresentados num formato de comic book, dando ainda mais estilo ao jogo. Fez-me lembrar o que foi aplicado em Max Payne 1 e 2. O design dos cenários é muito bom e detalhado. Contém muitos pormenores e é fácil ficar parado num local a apreciar todos os detalhes daquela zona, bem como todo o ambiente criado resultante de tanta qualidade no design. Para acompanhar tudo isto, existe uma boa banda sonora que me fez lembrar o género synthwave, um estilo que venho a apreciar cada vez mais nos últimos anos

Se são fãs de jogos de point & click e gostam do visual, então aconselho vivamente ficarem com The Blind Prophet debaixo de olho.

 

 

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