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Os meus 6 Jogos de 2019

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Apesar do que se diz, 2019 foi um grande ano para os videojogos. Não foi um excelente ano, mas não é por isso que foi mau. Apareceram novos títulos que surpreenderam pela positiva, bem como alguns já mais conhecidos do público de anos anteriores.

Antes de começar, quero apenas mencionar que a lista que se segue, é inteiramente uma lista pessoal baseada no impacto que todas as experiências tiveram em mim.

 

 

 

A Plague Tale: Innocence

 

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Não considero A Plague Tale propriamente uma surpresa. Ok, talvez seja uma surpresa por estar entre os meus jogos favoritos do ano. O que quero dizer é que o jogo parecia ter qualidade logo desde os primeiros trailers, mas nunca pensei que, como produto global, pudesse ser tão bom.

Este é um jogo single-player com uma boa narrativa e uns visuais bastante apelativos. As hordas de ratos estão soberbas e a mecânica do fogo para os combater está muito bem implementada. Para um estúdio com pouco mais de uma centena de colaboradores, é de louvar o trabalho que foi feito e já existem rumores que a sequela poderá estar a ser desenvolvida.

“A Plague Tale: Innocence relembra mais uma vez que os jogos single-player conseguem oferecer uma experiência que uma grande fatia do público procura. Apesar de não ser o suprassumo das narrativas, esta prendeu-me do início ao fim deixando sempre em aberto sobre como seria o desfecho. A relação dos personagens também ajuda a criar uma maior relação com o jogador e, para mim, este é um dos pontos que procuro num jogo do género. A sua jogabilidade é simples, mas oferece dinamismo suficiente com as diversas mecânicas implementadas ao longo da aventura e em condições que variam de nível para nível. Para concluir, e no caso de não ter sido explícito o suficiente durante o texto, este é um jogo que aconselho vivamente a jogar!”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

 

Control

 

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A densa e complexa narrativa de Control é apenas um dos seus vários pontos positivos mas, para mim, a arquitetura implementada no design das áreas de jogo é tão ou mais importante que a primeira. É impossível ficar indiferente aos detalhes arquitetónicos de muitas das estruturas em nosso redor e da forma como, muitas vezes, sofrem alterações em tempo real. Para além de tudo isto, a jogabilidade consegue também oferecer diversos tipos de mecânicas, as quais impedem que a mesma se torne monótona em qualquer momento. Apesar de ser um jogo com foco na narrativa, deixe-me dizer que é muito mais que isso e de linear tem muito pouco.

“Control é um jogo fenomenal em todos os aspetos. A sua excelente jogabilidade, acompanhada por uma não menos inteligente narrativa, proporcionam uma das melhores experiencias em 2019. Se gostam de jogos de ação, com foco em narrativa e um bom sistema de combate, então não hesitem em jogar Control.”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

 

Death Stranding

 

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Quando pensava que Death Stranding fosse ser uma experiência estranha, não fiquei surpreendido no final quando foi isso mesmo que tive. Porém, foi uma experiência como poucas outras em vários aspetos. A diferente história e toda a sua incrível apresentação, proporcionaram algo que é muito importante numa indústria com tanto medo de arriscar, principalmente quando falamos de altos investimentos.

Kojima não teve medo de arriscar, embora com ajuda de quem todos nós sabemos, e acaba por criar um produto muito único. Certamente que a sua jogabilidade algo peculiar, pode afastar muito boa gente mas, no final das contas, é o jogo no seu todo que acaba por prevalecer como entretenimento de elite no que toca aos videojogos.

“Death Stranding tem um brilho muito próprio. A sua apresentação, o seu conjunto de personagens carismáticos e a jogabilidade peculiar resultam numa experiência como poucas no que toca aos videojogos. Foi dado certamente um novo passo no que toca à evolução dos videojogos como experiências interativas.”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

 

Judgment

 

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Apesar de não ser uma surpresa, foi com enorme agrado que vi o estúdio Japonês criar algo novo baseado em Yakuza, mas com a sua própria identidade. São várias as novidades implementadas na jogabilidade, bem como todo o teor da narrativa. Quer já sejam conhecedores das ruas de Kamurocho, ou simplesmente um novo turista, a qualidade de Judgment está assegurada pelas várias provas dadas anteriormente pelo Ryu Ga Gotoku Studio.

 

“Sejamos honestos. A qualidade de Judgment só surpreende os mais distraídos. Estamos perante um jogo que reteve muitas das qualidade de Yakuza e ao incorporar novas mecânicas, deu origem a mais uma grande aventura em Kamurocho. Para quem nunca jogou nenhum título do estúdio, este também é uma boa introdução ao mundo que o Ryu Ga Gotoku Studio tem vindo a aperfeiçoar nos últimos anos. Seja pela boa narrativa ou atividades secundárias, preparem-se para muitas horas de jogo repletas de momentos peculiares e inesquecíveis. Altamente aconselhado!”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

 

Resident Evil 2

 

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Durante os últimos anos, a Capcom tem vindo novamente a ganhar terreno como uma das empresas mais adoradas. Resident Evil 2 veio cimentar essa ideia de uma forma muito forte, pois o seu resultado final é algo totalmente superior à obra original.

A empresa correu um enorme risco ao tentar fazer um remake de um dos jogos mais famosos de sempre e o resultado final foi o que se viu. Quem imaginaria que um jogo com vinte anos, fosse capaz de nos transmitir aquela sensação tal como se fosse a primeira vez que o estivéssemos a jogar?

“O remake de Resident Evil 2 levou tempo a ser feito, mas o resultado final é extraordinário. As melhorias e mudanças são consideráveis e acabam por oferecer uma experiência praticamente nova a todos aqueles que jogaram o original, bem como uma nova aventura de elevada qualidade a todo os restantes que ainda irão jogar pela primeira vez.”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

 

Sekiro: Shadows Die Twice

 

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O selo de qualidade da FromSoftware acaba por já não ser novidade para os mais atentos. O que continua a surpreender é a forma como o estúdio japonês pega naquilo que tão bem faz e ao alterar certas mecânicas, acabam por proporcionar uma nova experiência. Sekiro distingue-se dos seus antecessores essencialmente pelo seu novo sistema de combate e mais foco na narrativa.

 

“Sekiro: Shadows Die Twice destaca-se positivamente em muitos aspetos dos seus antecessores espirituais. Temos mais história e novas mecânicas de jogo, como o braço prostético, que altera totalmente o dinamismo do novo sistema de combate e exploração. Sekiro eleva a fasquia da dificuldade dos jogos da FromSoftware, resultante das várias alterações feitas, mas isso não faz de si um jogo impossível de ser superado. Na verdade, estamos na presença de mais um título que vai marcar esta geração, bem como servir de inspiração para muitos que hão de vir. A FromSoftware criou, mais uma vez, um marco nos videojogos.”

Podem ler o resto da análise nesta página.

 

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