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Diário de Jogo – Semana 01/2020

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Depois de ter terminado Control na semana passada, pude então avançar para outros jogos mais antigos, mas que por acaso só adquiri recentemente. São eles Fist of the North Star: Lost Paradise e Shadow of the Colossus.

O Fist of the North Star já estava no planos desde que tinha sido lançado há pouco mais de um ano. Porém, nunca foi uma prioridade pois por entre jogos para analisar e outros títulos em backlog, decidi esperar sem qualquer tipo de pressa.

Acaba por ser um jogo “estranho” pelo simples facto que usa o motor de jogo de Yakuza 6 e é feito pelo mesmo estúdio. O “estranho” continua porque a mecânica de jogo é precisamente a mesma em todos os aspetos. Temos o mesmo género de mini jogos e diálogos, mas nem por isso a jogabilidade é aborrecida. Afinal de contas, este é claramente um jogo Yakuza mas com uma skin da mítica franquia dos anos 80.

Atenção, apesar de poder não parecer nas minhas palavras, até estou a gostar de jogar, apesar de não ter qualquer conhecimento mais aprofundado sobre Fist of the North Star. Já tentei ver o anime, mas acabei por nunca começar. Talvez depois de terminar o jogo, faça um esforço para conseguir.

 

 

Quanto ao Shadow of the Colossus, já derrotei 3 colossos mas há algo no jogo que não está a clicar em mim. Não sei, mas acho que esperava algo mais. Sabia que, basicamente, era vaguear pelo mapa atrás das criaturas mas a movimentação do personagem é um pouco mais presa do que pensava. E nem me façam falar da condução do cavalo, a qual é medonha. Verdade seja dita, estou desiludido com o jogo. Não estou a sentir vontade de regressar, mas quero terminá-lo. Só não o farei se realmente sentir que não me estou a divertir mesmo.

O Luigi’s Mansion 3 ainda é uma realidade. Tenho jogado muito pouco, mas já vou para o 11º andar o que, aparentemente, significa que já não falta muito. Na verdade, tenho jogado apenas quando o meu filho pede para ver… Continuo a não gostar tanto do jogo como esperava, mas cada vez mais consigo perceber a excelência das diversas mecânicas presentes. Existe uma grande variedade de mecânicas para resolver  puzzles e os próprios bosses são completamente distintos em termos de combate.

 

 

Para além de jogos, voltei a consumir anime e de forma mais assídua. Terminei Vinland Saga antes do final de ano e gostei bastante. Um anime com temática Viking que é baseado num mangá com enorme sucesso.

Agora ando a ver a terceira temporada de Psycho-Pass, também um dos meus animes favoritos, e Blade of the Immortal. Este último é um mangá muito conhecido, mas a primeira adaptação que teve para anime não foi lá grande coisa. Foram apenas 13 episódio e, obviamente, que não chegou para desenvolver algo tão grande como o mangá. Esta nova série promete 24 episódios, mas também não espero algo de muita qualidade em termos de desenvolvimento da narrativa. Digo isto porque li grande parte do mangá há muitos anos e, para ser adaptado grande parte da história, precisaríamos de muito mais que 24 episódios. Para já, tenho estado a gostar mas vamos ver como é que ajustam o final da série. Já falei mais de anime do que era suposto…

 

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