Top 3 Animes do estúdio Manglobe

schamploo

Com pouco mais de dez anos de existência, foi em 2015 que a Manglobe fechou as portas de forma inesperada e por motivos financeiros. Foi com grande desilusão que vivi este desfecho na altura, pois era, e continua a ser, um dos meus estúdios favoritos pelo curto, mas bom conjunto de animes que produziu até à data. Por essa razão, decidi falar um pouco sobre três dos meus prediletos. Antes de começar, quero apenas dizer que esta lista é apenas a minha opinião e se faltar algum nome que seja da vossa preferência, significa que não vi, ou, simplesmente não gostei.

Mas antes de começar, os quatro nomes que se seguem também merecem um pouco da vossa atenção. São todos com temáticas diferentes e capazes de, facilmente, passar debaixo do radar de muito boa gente.

  • Deadman Wonderland
  • Samurai Flamenco
  • House of Five Leaves
  • Ergo Proxy

Ok, chegou a hora de falar dos meus três animes favoritos da Manglobe. No final, podem partilhar a vossa opinião e também se já conheciam todos estes nomes.

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Samurai Champloo

Ano: 2005 | Episódios: 26

Por esta altura, Samurai Champloo já é considerado um autêntico clássico. A série foi realizada por Shinichiro Watanabe, a mesma pessoa responsável pelo enigmático Cowboy Bebop. Samurai Champloo foi o primeiro grande anime a sair do estúdio Manglobe, senão mesmo o primeiro a ser produzido, e, na altura, teve um grande impacto. A sua banda sonora foi uma das razões pela qual também se destacou, com uma sonoridade focada em hip-hop, género que nada em encaixa (à partida) na temática samurai.

Samurai Champloo transporta-nos até ao Japão feudal. Junta três personagens bastante diferentes e que se cruzam por pura coincidência. Fuu, a rapariga do grupo, trabalha como empregada de um estabelecimento e vê-se assediada por uns samurais. Mugen e Jin, os outros dois personagens principais, acabam por salvar Fuu da confusão, mas tudo resulta numa situação que os coloca à beira de serem executados. Após Fuu conseguir salvá-los, pede-lhes que ajudem a procurar o samurai que cheira a girassóis. Sim, é isso mesmo. A partir daqui, partem os três numa aventura cheia de bons momentos de ação, boa comédia, grande banda sonora e uma jornada que muito dificilmente irão esquecer.

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Gangsta

Ano: 2015 | Episódios: 12

A história de Gangsta foca-se em dois homens duros de roer, Nicholas e Worick, que fazem o trabalho sujo da máfia e da polícia. Existem vários grupos criminosos na cidade, mas estes rapazes não fazem parte de nenhum. No entanto, estão sempre disponíveis para executar um trabalho caso seja necessário. A série tem um conteúdo mais adulto, por isso se procuram algo mais sério, ou mais violento, com personagens interessantes, então esta é uma boa escolha.
Preparem-se para muita ação e violência, bem como algum desenvolvimento dos personagens. Infelizmente, a história não é toda contada, sendo que a única hipótese é ler o manga para descobrir o que se vai passar a seguir. Seja como for, no geral, achei uma boa série apesar do final meio abrupto. Esta foi a última série do estúdio e assim que acabou de dar o último episódio, foi anunciado o fecho da empresa. Esta série está disponível atualmente na Netflix Portugal. Verifiquem este link para outras boas séries presentes no serviço. Para mais séries com este tipo de temática, visitem também este link para o top de animes de máfia.

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Michiko & Hatchin

Ano: 2008 | Episódios: 22

Esta foi uma série que acabei de ver recentemente e tenho de confessar que fui apanhado de surpresa. Não estava à espera de algo tão divertido, com bons personagens e uma boa história. Tal como o próprio nome indica, a série gira em torno de Michiko & Hatchin, uma ex-reclusa e uma criança, respetivamente. Michiko foge da prisão e vai ao encontro de Hatchin para lhe retirar aos pais adotivos. A razão? Bom, aparentemente, Michiko sabe quem é o pai de Hatchin e partem as duas à sua procura. O que se segue é, nada mais nada menos que, uma viagem pelo país que é claramente o Brasil, pois existem imensas referências ao mesmo, tanto em termos dos nomes dos personagens, como diversos aspetos nos cenários e placares publicitários. Os próprios títulos dos episódios estão todos em pt-br e a banda sonora, tirando os temas do opening e ending, são todos em brasileiro.

A série tem excelentes momentos de ação, fazendo lembrar facilmente títulos como Black Lagoon ou Gangsta. Sejam tiroteios, perseguições a alta velocidade ou momentos mais relaxados, Michiko & Hatchin tem de tudo um pouco. Até drama! Embora de forma leve. Este é um daqueles casos para dizer “não julgues um livro pela capa”. Vejam esta série.

Autor: Pedro Simões

Um apaixonado por videojogos e apreciador de anime. Por vezes, possuidor de opiniões pouco populares. @bakum4tsu

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