Quem Somos

 

Pedro Simões (Redator e Editor)

Se a memória não me falha, deve rondar sensivelmente três décadas desde que comecei a jogar. Tudo começou naquelas imitações da NES que se vendia por todo o lado nos anos 80. Porém, aquela que considero oficialmente a minha primeira consola, é a Mega Drive. A partir daí, nada voltou a ser o mesmo. Seguiu-se uma Sega Saturn, uma Dreamcast, uma Playstation 2 e mais algumas até chegar aos dias de hoje.

No que toca a jogos, gosto de tudo um pouco. Desde ação/aventura, shooters, corridas, RPG’s plataformas, há sempre algo que aprecio em cada género. Ok, a vertente de terror normalmente acaba por ser um bocado ignorada… Quanto a alguns jogos favoritos, é impossível mencionar todos (porque a memória já vai falhando…), mas aqui ficam alguns…

Shenmue, Yakuza, Onimusha, Grand Theft Auto (os da PS2), The Witcher, Trials, Tomb Raider, Bloodborne, Nier: Automata, The Last of Us, Assassin’s Creed: Black Flag, Sleeping Dogs, Shinobi, Road Rash, Sega Rally, Streets of Rage, Virtua Cop, Daytona USA e Max Payne.

A minha experiência a escrever sobre videojogos começou por volta de 2009, quando me juntei ao site português que havia na altura – Xbox Team Portugal. Posteriormente, tive noutro projeto mais era mais focado em guias de conquistas e que se chamava Chievebox. Acho que ele ainda anda por aí.


Rui Carriço (Redator)

Descobri o bichinho dos videojogos na casa de um familiar com o Pong e depois com um ZX Sectrum através do mesmo familiar. As máquinas de arcada existiam em todos os cafés e eu ficava vidrado nelas cada vez que acompanhava os meus pais à rotina do café. São quatro décadas de vício. Foi no Natal de 82 que chegou cá a casa um ZX Spectrum 48K e a minha vida nunca mais foi a mesma.

O percurso foi feito do Spectrum para o PC e, durante muitos anos, sempre olhei de lado para as consolas, com os seus gráficos estranhos e jogos pouco aliciantes. Os Shooters e os jogos de Carros sempre foram o meu meio de eleição e não via nas consolas nada que me cativasse.

A primeira consola que me fez pensar foi a Dreamcast, mas a primeira que me convenceu foi a Xbox. Após a insistência de um grande amigo, lá mergulhei no mundo das consolas e com Splinter Cell, Ghost Recon, Halo, Forza e Rallysport Challenge, era tudo o que eu queria, com a simplicidade de uma consola e gráficos realmente apelativos.

Como referi antes, Carros e Shooters são os meus jogos de eleição, mas jogos de Aventura (grande fã de Tomb Raider) e plataformas também entram na minha biblioteca. Sou fã da Rare desde sempre, na altura Ultimate Play the Game, e tenho em Forza, Gears of War, Halo, Tomb Raider, Uncharted, Ratchet & Clanck, Wolfenstein e Doom, as minhas franquias atuais favoritas.

Trabalhei em alguns projetos anteriores, com destaque para Xbox Team Portugal e como Embaixador Xbox.


Fernando Reis (Redator)

Desde muito cedo que tive um grande interesse em videojogos. Encantava-me sobretudo a maneira como aquela forma de entretenimento era a que tinha mais potencial para criar experiências absolutamente únicas e como as possibilidades eram virtualmente infinitas. A primeira consola a que pude chamar minha foi uma Dreamcast e o primeiro jogo que ficou queimado na minha memória foi o Shenmue. Desde logo apaixonei-me por jogos com mundos grandes e que pudessem ser meus para explorar durante horas a fio.  Foi durante esse tempo que grande parte dos meus gostos como gamer foram sendo criados. Jogos como o acima mencionado Shenmue, Phantasy Star Online ou Grandia, foram decisivos para a minha preferência por RPGs. Depois da Dreamcast, veio a era do PC e da Playstation 2 (a minha consola preferida até aos dias de hoje), que me tornou mais eclético no que a géneros de jogos diz respeito.

No PC, jogos de estratégia como Age of Empires ou Championship Manager – mais tarde Football Manager – foram dos que mais memórias me criaram. Na Playstation 2, para além de continuar na senda de RPGs como Persona 3 e 4, Final Fantasy X ou a série Shin Megami Tensei (só para dar alguns exemplos), também fui influenciado por jogos que tinham na escrita a sua maior arma. Disso são exemplo as séries Ratchet and Clank, Sly Cooper ou Metal Gear Solid, que me mostraram que a escrita de argumentos para videojogos poderia ser feita de forma diferenciada e eficaz.

Com o passar do tempo e falando em tempos mais recentes e mais próximos do nosso, vários foram os jogos que me conseguiram impressionar nas subsequentes consolas de que dispus, sendo elas a Nintendo Wii, a Playstation 3 e a Playstation 4. Nesta altura, pude experienciar jogos bastante marcantes na minha vida, e que pautaram vários dos momentos mais altos e mais baixos da mesma, não só desse presente como do passado. Jogos que por terem tido o seu lançamento numa altura em que ainda estava a aprender a falar, só os pude experienciar mais tarde, atestando assim da sua intemporalidade. Jogos como Final Fantasy VI e VII, Secret of Mana e aquele que é um dos jogos mais importantes e melhores jogos de todos os tempos Chrono Trigger, levaram-me para o seu mundo e fizeram-me perceber que, à semelhança do cinema e da literatura, os videojogos também poderiam ser arte. Misturando essa vertente mais retro com a vertente mais atual, foi nessa altura que experienciei alguns dos meus jogos preferidos como a série Dark Souls, Persona 5, Xenoblade Chronicles, Mario Galaxy ou The Last of Us.

Muito recentemente, o jogo que mais me deixou agarrado, e até mesmo apaixonado pela audácia de todo o projeto e pela própria execução, foi Death Stranding, bastante divisivo eu sei, mas é isto que gosto de ver nesta indústria. Alguém que a consegue desafiar com a criação de algo único, e sem comprometer a sua visão num milímetro que seja, contando a história que quer e como quer. São projetos como este que cimentam a minha crença de que devemos olhar para os videojogos de que tanto gostamos como aquilo que eles são: uma forma de arte.


Pedro Costa (Redator)

Desde pequeno que sou fascinado pelos videojogos, mas foi através da minha primeira consola, a clássica PlayStation, com o meu primeiro jogo Spyro the Dragon, que a verdadeira paixão começou. Enquanto crescia, tive a oportunidade de explorar várias plataformas, como a inesquecível Sega Dreamcast, a divertida e sempre presente GameBoy Color e a incrível primeira Xbox. Todas elas me deixaram grandes memórias nostálgicas e me fizeram conhecer vários mundos diferentes, com experiências únicas e enriquecedoras.

Hoje, continuo com a vontade de possuir as várias plataformas disponíveis e ter a oportunidade de viver as experiências que cada um dos seus exclusivos oferece, mas confesso ter um gosto especial pela Xbox. Para além disso, tenho a curiosidade de explorar jogos mais clássicos e o sonho de ter a minha própria Sega Saturn.

Gosto de explorar vários géneros, mas não consigo resistir à aventura e adrenalina proporcionada por jogos de ação e às imensas horas que posso dedicar a RPG’s com os seus mundos gigantescos e histórias fascinantes.

Existem vários jogos que me marcaram ao longo dos anos, jogos como Dragon Valor, Sonic Adventure, Shenmue II, Baku Baku Animal, Soulcalibur, Halo 2, Star Wars KOTOR II, Mass Effect 2, Bloodborne e podia continuar com mais alguns exemplos. Porém, a luta pelo jogo preferido continua entre o incrível Metal Gear Solid 4 Guns of the Patriots e a obra de arte que é Nier Automata.

Partilhar estas experiências é algo que me deixa feliz, o que me trouxe a escrever opiniões sobre estes mundos digitais e me levou a descobrir pessoas que partilham da mesma paixão.

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